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SOFRIMENTO DUM NORDESTINO

SOFRIMENTO DUM NORDESTINO
Sou cabra macho
nordestino arretado
mai ar lágrima caído do zoi
quando vejo un bicho
tudo morreno de fome e cede 
de dentro de seu cercado 
da uma dô da mulesta
in vê meus bichin
sofreno da quele jeito
peço a DEUS pai que faça cai um bucado de água do cé
para os animá vivê feliz
os bichin tudo fraquin isquelido
as pranta tudo mucha,
eita seca da gota
como doí vê isso tudin e num pudê faze nada
comé duro o sofrimento dum nordestino 

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CORPO SEM SAIDA

CORPO SEM SAIDA Me sinto perdido longe de tudo e de todos  tudo o que consigo enxergar são meus olhos tudo o que sinto é meu coração tudo o que toco sou eu mesmo  a única coisa que noto são as batidas  do coração em meu peito estou perdido e meu único companheiro é o céu cada vez mais perdido dentro de mim estou meu corpo se tornou minha prisão meu corpo parece um labirinto sem saída aonde ficarei preso por toda eternidade. *Felipe Alves 

Meu corpo, uma prisão.

Esquecer família, amigos, até mesmo como se movimentar. Imagino o quão horrível deve ser viver preso dentro de si próprio, como se seu corpo foce uma prisão, Você vive sem felicidade, trancado em um mundo de angustia. Por fora desse mundo, só te restaram os frutos,  quais você plantou, desses frutos que cuidaram de você até seu último suspiro. BEZERRA,Felipe Alves